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| O congresso analisou as raízes cristãs da Europa e sua identidade cultural. | |
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O Ateneo Pontifício Regina Apostolorum, em colaboração com o Pontifício
Conselho “Iustitia et Pax” e a Fundação Guilé organizou nos
dias 26 e 27 de janeiro um congresso internacional sobre
as raízes da Europa e sua identidade cultural.
No início deste
terceiro milênio a Europa se pergunta sobre sua condição atual,
sua história, seu futuro. Em um mundo que muda rapidamente,
busca sua identidade própria. O “velho continente” se reúne criando
a nova “União Européia”, baseada em uma Constituição e destinada
a abrir suas fronteiras até os países do Leste. João
Paulo II lembrou que esta união deve basear-se em
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| Mais de 500 pessoas participaram deste simpósio realizado no Ateneo Pontifício Regina Apostolorum. | |
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raízes comuns: culturais e religiosas.
Paralelamente ocorreu um encontro para 120
jovens universitários da Europa entitulado: “Jovens unidos por uma Europa
mais humana”. Este encontro, promovido pela Fundação Guilé e organizado
pela Gens Nova, teve como objetivo agrupar jovens com inquietudes
semelhantes sobre o futuro do continente e permitir sua participação
no congresso para expressar sua opinião. Vieram pessoas da Itália,
Alemanha, Inglaterra, Espanha, Bélgica, Luxemburgo, Irlanda, Holanda, Suíça, Israel, Hungria,
Áustria e Principiado de Mônaco.
O congresso iniciou no domingo dia
26 com uma conferência ministrada pelo S.E.R Mons. Giampaolo Crepaldi,
Secretário do Pontifício Conselho Iustitia et Pax. Em seguida houve
uma mesa redonda onde vários parlamentares europeus responderam às perguntas
e inquietudes dos jovens. O dia terminou com a Santa
Missa celebrada pelo Mons. Crepaldi na capela do Ateneo Pontifício
Regina Apostolorum.
No dia seguinte ocorreu o simpósio aberto no qual
assistiram umas 500 pessoas. As intervenções foram feitas por intelectuais
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| Durante a primeira jornada, 120 jovens universitários participaram ativamente de uma mesa redonda, que contou com a presença de 15 deputados europeus e juristas. | |
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eclesiásticos e políticos, como Mons. Renato Martino, Presidente do Pontifício
Conselho “Iustitia et Pax”; representantes de vários países diante da
Convenção: D. Antonio Tajan y GianFranco Fini (Itália), Concepció Ferrer
(Espanha), Dana Rosemary Scallon (Irlanda), Marie-Therese Hermane (França) o representante
do Parlamento Italiano e ex-presidente do Governo Italiano, Lamberto Dini,
e Meglena Kuneva, vice-ministro de exteriores da Bulgária.
Os expoentes analisaram
o futuro da Europa através de várias perspectivas: o papel
da religião na União Européia, a unidade e a extensão
desta a outros países do Leste do continente, as políticas
familiares e de educação, a aplicação da doutrina social católica,
e os problemas éticos e morais que deve enfrentar a
Europa.